11 de out de 2011

É dia.



Nas esquinas, nas ruas,
Nos abrigos para proteção,
Nas filas de adoção ou nem isso,
Das que nunca irão ganhar um presente,
Das que apanham sem saber por que,
Das que moram nas marquises em casas de papelão e comem restos.
Das viciadas vagando no centro, que não sabem nem seu próprio nome.
Também é Dia.

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